Quinta-feira, 5 de Junho de 2008

ACAMPAMENTOS DE REFUGIADOS SAHARAUIS

 

 

 http://www.youtube.com/watch?v=ct9NLGJ_cq8

&feature=related

 

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Segunda-feira, 26 de Maio de 2008

PALESTINA: 60 Anos de Nakba

 

 

 

O Conselho Português para a Paz e Cooperação

promove no dia 27 de Maio, às 21:30H,

no Centro Cultural e Juvenil de Santo Amaro, em Almada,

uma Sessão Pública de Solidariedade com o Povo Palestino.

 

Palestina: 60 anos de Nakba

com:

Muhammad Barakeh - Deputado Parlamento de Israel

Randa Nablusi - Delegada-Geral da Palestina

Silas Cerqueira - Dirigente do MPPM

Gustavo Carneiro - Dirigente do CPPC

 

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Terça-feira, 5 de Junho de 2007

Embaixada de Israel recusa entrega de carta de protesto - Notícia O Público

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1295979

Organizações não-governamentais queriam entregar carta
Conselho Português para a Paz critica embaixada de Israel por recusar encontro combinado
05.06.2007 - 18h50 


O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) criticou hoje a embaixada de Israel em Lisboa por ter recusado um encontro previamente combinado com organizações não-governamentais portuguesas para a entrega de uma carta contra a ocupação dos territórios palestinianos.

Luís Vicente, vice-presidente do CPPC e um dos dois representantes das organizações não-governamentais que esperavam "ser recebidos pelo primeiro conselheiro" da embaixada de Israel em Portugal, disse à Lusa que o encontro não se realizou, alegando a embaixada que a existência de uma dezena de elementos daquelas organizações no passeio frente à representação diplomática era uma "manifestação provocatória".

"Disseram-nos que mais de cinco pessoas na rua era uma manifestação provocatória", afirmou Luís Vicente, ironizando que, como estavam no passeio dez representantes das 55 organizações não-governamentais signatárias da carta, "eram duas manifestações provocatórias".

Segundo o vice-presidente do CPPC, a embaixada tinha solicitado previamente os números e data de emissão dos bilhetes de identidade da delegação a ser recebida e que incluía uma representante do Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente.

Por outro lado, os dois elementos da delegação foram identificados hoje pela PSP, afirmou também Luís Vicente, adiantando estarem junto à embaixada "três carros-patrulha e uma carrinha do Corpo de Intervenção da PSP".

Num comunicado, o CPPC acusa a embaixada de Israel de ter imposto um "posto de controlo em Lisboa" e de procurar "impor a 'lei' de Israel nas ruas portuguesas".

"Não se tratava de qualquer manifestação"

"Não se tratava de qualquer manifestação, quando marcamos uma concentração o Governo Civil tem conhecimento", disse à Lusa Sandra Benfica, da direcção do CPPC, criticando a "atitude despropositada" da embaixada de Israel.

A Lusa informa também que tentou, sem sucesso, obter informações junto da embaixada de Israel em Portugal.

Luís Vicente disse ainda que a carta das organizações não-governamentais, a propósito dos 40 anos do início da Guerra dos Seis Dias que hoje se assinala, foi entregue a uma pessoa que julga ser "segurança da embaixada".

A Guerra dos Seis Dias opôs Israel a uma frente árabe formada pelo Egipto, Jordânia e Síria, apoiada pelo Iraque, Kuwait, Arábia Saudita, Argélia e Sudão, e resultou na ocupação pelo Estado hebraico da Cisjordânia, sector oriental de Jerusalém e Montes Golã, levando ainda ao aumento do número de refugiados palestinianos na Jordânia e no Egipto.

Os signatários da carta defendem ser "urgente pôr fim a 40 anos de ocupação israelita dos territórios palestinianos", lembrando as "inúmeras resoluções da Organização das Nações Unidas, que não só condenam a ocupação, como exigem o seu fim".

"O povo português (...) estará entre os primeiros a apoiar uma paz justa e duradoura em toda a região do Médio Oriente, que garanta a segurança de todos os povos da região", refere ainda a carta, que além das organizações referidas foi assinada pela CGTP, Graal, Juventude Operária Católica, Pax Christi Portugal, Frente Anti-Racista, Follow the Women Portugal, Associação Portuguesa de Deficientes e União de Resistentes Antifascistas Portugueses, entre outras.

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Carta ao Estado Israelita - Não à Ocupação da Palestina

Lisboa, 5 de Junho de 2007
 
Ao Estado de Israel
 
Assinala-se hoje, dia 5 de Junho, o início da Guerra dos Seis Dias de 1967, da qual resultou a ocupação por Israel de Jerusalém Oriental, da Margem Ocidental do Jordão e da Faixa de Gaza.
 
Cumpre-nos transmitir-lhe em nome das organizações Portuguesas subscritoras desta missiva, que é urgente pôr fim a 40 anos de ocupação israelita dos territórios palestinianos, a 40 anos de violação sistemática e brutal dos direitos mais básicos e fundamentais do povo palestino, a 40 anos de negação do direito do povo palestino a ter um Estado independente, soberano e viável nos territórios ocupados. O povo palestino não pode continuar a ser refém na sua própria terra. Israel não pode continuar a afrontar abertamente o direito internacional e as inúmeras resoluções da Organização das Nações Unidas, que não só condenam a ocupação, como exigem o seu fim.
 
A Resolução 242 do Conselho de Segurança da ONU reconhece ao Estado de Israel o direito a «viver em paz no interior das suas fronteiras seguras e reconhecidas», mas não deixa dúvidas quanto à «inadmissibilidade da aquisição de terras pela guerra», e exige de Israel a «retirada das forças armadas israelitas dos territórios ocupados», bem como a resolução do problema dos refugiados. Quarenta anos depois, esta Resolução continua letra morta.
 
Os incomensuráveis sofrimentos repetidamente infligidos ao povo Palestino – que configuram crimes contra a humanidade e merecem a nossa enérgica condenação – a par da disseminação de colonatos ilegais e da construção do Muro de separação – já condenado pelo Tribunal Internacional de Justiça – configuram uma deliberada política de inviabilização da construção de um Estado Palestiniano livre, soberano e viável.
 
O povo Português, como a generalidade dos povos do mundo, defensor da Paz e da Liberdade, estará entre os primeiros a apoiar uma paz justa e duradoura em toda a região do Médio Oriente, que garanta a segurança de todos os povos da região. Mas nunca calará a denúncia dos crimes da ocupação.
 
As Organizações Signatárias

CPPC – Conselho Português para a Paz e Cooperação

MPPM – Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente

CGTP/IN – Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional

APD – Associação Portuguesa de Deficientes

Associação de Amizade Portugal-Cuba

Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos da Freguesia de Cacilhas

Associação Vidas Alternativas

ATTAC Portugal

Casa do Alentejo

CESP – Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal

Colectivo Solidariedade com Múmia Abu Jamal

Comissão de Paz de Almada do CPPC “Almada Pela Paz”

Comissão de Paz de Beja do CPPC

Comissão de Paz de Évora do CPPC

Comissão de Paz do Seixal do CPPC

Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto

Confederação Portuguesa de Quadros Técnicos e Científicos

FAR -  Frente Anti-Racista

Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública

FENPROF – Federação Nacional dos Professores

FEVICCOM – Federação Portuguesa dos Sindicatos da Construção, Cerâmica e Vidro

FNTCT – Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações

Follow the Women Portugal

GRAAL

Interjovem / CGTP

Inter-Reformados / CGTP

JOC – Juventude Operária Católica

MDM – Movimento Democrático de Mulheres

MURPI – Movimento Unitário de Reformados, Pensionistas e Idosos

Olho Vivo - Associação de Defsa do Património, Ambiente e Direitos Humanos

OPUS GAY

Pax Christi Portugal

Sindicato dos Trabalhadores da Função Pública do Sul e Açores

Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Cerâmica, Cimentos e Similares do Sul e Regiões Autónomas

Sindicato dos Vidreiros

Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário

SINORQUIFA – Sindicato dos Trabalhadores da Química, Farmacêutica, Petróleo e Gás do Norte

Sociedade de Instrução e Beneficência “A Voz do Operário”

Sociedade de Instrução e Recreio Barreirense “Os Penicheiros”

SOS Racismo

SPGL – Sindicato dos Professores da Grande Lisboa

STAL – Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local

Teatro Experimental de Cascais

Tribunal Iraque

União dos Sindicatos da Região Autónoma da Madeira

União dos Sindicatos de Beja

União dos Sindicatos de Braga

União dos Sindicatos de Coimbra

União dos Sindicatos de Évora

União dos Sindicatos de Leiria

União dos Sindicatos de Lisboa

União dos Sindicatos de Setúbal

União dos Sindicatos de Viana do Castelo

União dos Sindicatos do Norte Alentejano

URAP – União de Resistentes Antifascistas Portugueses

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Segunda-feira, 4 de Junho de 2007

Campanha de solidariedade com as Crianças Palestinas

Apoio Escolar às Crianças da Palestina

Com a entrega de milhares de cadernos na representação da Autoridade Nacional Palestiniana em Portugal, terminou a campanha de solidariedade com as crianças da Palestina «Tenho um caderno igual ao teu».

 

 

Durante meses, o Conselho Português para a Paz e Cooperação, a Câmara Municipal de Beja e o núcleo de Beja do CPPC recolheram milhares de cadernos escolares que se destinam ao apoio à educação das crianças palestinianas, que sofrem como ninguém as consequências brutais da ocupação do seu país por parte de Israel.

Esta acção permitiu o contacto com milhares de portugueses, que foram convidados a adquirir dois cadernos, um dos quais para ser enviado para a Palestina. No caderno a ser entregue às crianças, era possível inscrever uma mensagem ou um desenho, para transmitir a amizade, a esperança, a ternura e a solidariedade dos portugueses a crianças que vivem em condições dramáticas de existência.

Para além da solidariedade material, tão necessária para um povo que vive com toda a espécie de carências, a campanha de solidariedade com as crianças da Palestina «Tenho um caderno igual ao teu» permitiu também denunciar um dos mais cruéis aspectos da ocupação israelita dos territórios palestinianos – a paralisação do sistema educativo, o encerramento de escolas, a prisão de professores e o assassinato de crianças.

Desde Março de 2002, 1289 escolas foram fechadas. Desde Setembro de 2000, no seu percurso para a escola, 597 crianças foram assassinadas e 3471 foram feridas. No mesmo período 669 alunos e 176 professores foram presos; 288 escolas foram completamente destruídas pelo exército israelita. Com o muro que Israel tem vindo a construir em terras palestinianas, fica vedado o acesso a 33 estabelecimentos escolares, o que significa a impossibilidade de 3403 alunos e respectivos professores acederem às suas escolas.

Esta campanha constituiu um momento alto de solidariedade com o povo da Palestina, que prossegue o seu combate pela constituição do seu país independente e soberano e pelo regresso dos milhares de refugiados que décadas de ocupação provocaram. E significou também o reconhecimento que milhares de portugueses devem ao povo heróico da Palestina, cuja história e luta dão alento à nossa profunda convicção de que a paz é possível.

A solidariedade não se agradece, mas reconhece-se. A todos os que contribuíram para esta campanha – associações, estruturas e pessoas – o CPPC, a Câmara Municipal de Beja e o núcleo de Beja do CPPC afirmam: contamos e contaremos convosco para construir um mundo de paz, livre de exploração e opressão!

 

Conselho Português para a Paz e Cooperação

Câmara Municipal de Beja

Comissão de Paz de Beja do CPPC

 

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Deslocação Palestina - Noticia RTP - 4 de Junho 2007

http://www.rtp.pt/index.php?article=285068&visual=16

Participantes em conferência internacional exigem o levantamento do bloqueio ao governo palestiniano

 
Os participantes na conferência internacional "Iniciativa Jerusalém: por uma paz justa na base de dois Estados: Israel e Palestina" exigiram hoje à comunidade internacional que levante o bloqueio ao governo palestiniano.
 

Na declaração aprovada na conferência considera-se ainda que "a paz só é possível com a retirada de Israel dos territórios ocupados a partir de 1967 e a criação de dois Estados", disse à agência Lusa Gustavo Carneiro, da direcção do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), que participa na conferência.

A delegação do CPPC, que inclui também Vítor Paulo Silva, da Comissão de Paz do CPPC de Beja, é uma das cerca de uma dezena de delegações de países europeus que participam na conferência em Jerusalém.

Segundo Gustavo Carneiro, na conferência organizada pelo Partido do Povo da Palestina e pelo Partido Comunista de Israel estão ainda presentes delegações da Austrália, dos Estados Unidos e da Índia.

A delegação portuguesa, que representa na conferência o Conselho Mundial da Paz, partiu sexta-feira para Israel e regressa quarta-feira.

No âmbito do programa da conferência, a delegação do CPPC visitou sábado em Jerusalém o Muro que separa Israel dos territórios ocupados, que "na realidade separa comunidades palestinianas umas das outras", segundo Gustavo Carneiro.

"É negado aos palestinianos o acesso ao emprego em Israel e é uma violação do direito à circulação mesmo dentro da Palestina", disse.

Gustavo Carneiro e Vítor Paulo Silva estiveram ainda no mesmo dia com Comités Palestinianos Populares em Harram (nos arredores de Jerusalém), "localidade muito marcada pelo Muro de Separação", adiantou.

Domingo, os membros do CPPC foram recebidos em Ramallah (Cisjordânia) pelo presidente em exercício da Assembleia Legislativa Palestiniana, Ahmad Bahar, e por vários deputados.

"Em 132 deputados, 45 foram presos por Israel, que tem também detidos dois ministros - da Educação, Nasseredine Al-Chaer, e de Estado, Wasfi Qabha - e 68 autarcas", referiu Gustavo Carneiro, lamentado que "o governo de unidade palestiniano continue a ser marginalizado pela comunidade internacional, apesar de cumprir todas as exigências".

Quando o movimento radical Hamas venceu as eleições legislativas nos territórios palestinianos no início de 2006 a comunidade internacional bloqueou a ajuda financeira ao governo palestiniano.

A formação em Abril de um governo palestiniano de unidade nacional, que inclui ministros do movimento moderado Fatah e seis independentes, além do Hamas, não levou à alteração daquela situação.

As delegações presentes na conferência "Iniciativa Jerusalém: por uma paz justa na base de dois Estados: Israel e Palestina" deverão agora dinamizar campanhas com o objectivo de relançar o processo de paz israelo-palestiniano nos seus países.

No caso do CPPC, será feita pressão ao nível do governo de Portugal e também da União Europeia, aproveitando a presidência portuguesa que começa a 01 de Julho.

De acordo com a direcção do CPPC, "pretende-se que Portugal assuma um papel dinamizador do processo de paz, considerando-se que a resolução do problema palestiniano passa pelo cumprimento das resoluções internacionais".

Terça-feira assinalam-se os 40 anos do início da Guerra dos Seis Dias, que opôs Israel a uma frente árabe formada pelo Egipto, Jordânia e Síria, apoiada pelo Iraque, Kuwait, Arábia Saudita, Argélia e Sudão.

Na sequência do conflito armado Israel ocupou a Cisjordânia, o sector oriental de Jerusalém e os Montes Golã e aumentou o número de refugiados palestinianos na Jordânia e no Egipto.

Para assinalar a data, o CPPC e o Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM) entregam terça-feira na Embaixada de Israel em Portugal uma carta subscrita por 40 organizações portuguesas, nomeadamente sindicatos, de juventude e de defesa dos direitos humanos, exigindo o cumprimento das resoluções das Nações Unidas sobre o conflito.

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Deslocação Palestina - Noticia Portugal Diário

http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=817476&div_id=291

Exigido fim de bloqueio a governo palestiniano

2007/06/04 | 18:21
Conferência internacional: foi ainda defendida a retirada de Israel de territórios ocupados

 

Os participantes na conferência internacional «Iniciativa Jerusalém: por uma paz justa na base de dois Estados: Israel e Palestina» exigiram hoje à comunidade internacional que levante o bloqueio ao governo palestiniano, noticia a Lusa.

Na declaração aprovada na conferência considera-se ainda que «a paz só é possível com a retirada de Israel dos territórios ocupados a partir de 1967 e a criação de dois Estados», disse à Lusa Gustavo Carneiro, da direcção do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), que participa na conferência.

A delegação do CPPC, que inclui também Vítor Paulo Silva, da Comissão de Paz do CPPC de Beja, é uma das cerca de uma dezena de delegações de países europeus que participam na conferência em Jerusalém.

Segundo Gustavo Carneiro, na conferência organizada pelo Partido do Povo da Palestina e pelo Partido Comunista de Israel estão ainda presentes delegações da Austrália, dos Estados Unidos e da Índia.

A delegação portuguesa, que representa na conferência o Conselho Mundial da Paz, partiu sexta-feira para Israel e regressa quarta-feira.

No âmbito do programa da conferência, a delegação do CPPC visitou sábado em Jerusalém o Muro que separa Israel dos territórios ocupados, que «na realidade separa comunidades palestinianas umas das outras», segundo Gustavo Carneiro.

«É negado aos palestinianos o acesso ao emprego em Israel e é uma violação do direito à circulação mesmo dentro da Palestina», disse.

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Delegação à Palestina - Noticia Rádio Renascença

http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?ContentId=209230&AreaId=23&SubAreaId=39&SubSubAreaId=79

Sociedade 04-06-2007 10:30

Médio Oriente

Conselho Português para a Paz e Cooperação no terreno

Um grupo de portugueses do Conselho para a Paz e Cooperação (CPPC) está no Médio Oriente e encontra-se esta segunda-feira com o Presidente palestiniano, Mahmoud Abbas.

Integrados numa visita oficial, a comitiva portuguesa visitou, nos últimos dois dias, diferentes zonas do lado israelita e do lado palestiniano e constaram, in loco, os entraves que se colocam à paz.
 
O muro e a situação dos presos políticos são as mais graves, considera o CPPC. Vítor Silva, desta organização não-governamental, diz que, dos 11 mil presos palestinianos detidos em Israel, dois são ministros do Governo do Hamas, 45 são deputados e 68 são autarcas.
 
No dia em que está em Jerusalém, o mesmo representante do Conselho Português para a Paz e Cooperação faz um retrato do terreno, dizendo que o que mais o chocou foi o muro construído por Israel, que, em seu entender, apenas separa palestinianos.
           
Os acessos a todo o lado, incluindo a escolas, são muito difíceis, até pela quantidade de “checkpoints” por que se tem de passar, refere.
 
Não obstante, Vítor Silva considera haver esperança para uma convivência pacífica entre Israel e a Palestina. Contudo, há um problema básico nas negociações que deve ser ultrapassado: é que nunca a questão da criação do Estado da Palestina está sempre à margem.

RR

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Sexta-feira, 1 de Junho de 2007

Delegação Portuguesa Palestina - Noticia RTP

http://www.rtp.pt/index.php?article=284728&visual=16

Delegação portuguesa na conferência para relançar processo de paz

 
Dois elementos do Conselho Português para a Paz e Cooperação partiram hoje para Israel onde domingo participam numa conferência internacional que visa relançar o processo de paz israelo-palestiniano, disse à agência Lusa fonte do CPPC.
 

Gustavo Carneiro, da direcção nacional do CPPC, e Vítor Paulo Silva, da Comissão de Paz do CPPC de Beja, deslocam-se a Telavive e Jerusalém a convite de organizações palestinianas e israelitas e representarão na conferência o Conselho Mundial da Paz.

A conferência "Iniciativa Jerusalém: por uma paz justa na base de dois estados: Israel e Palestina" visa relançar o processo de paz israelo-palestiniano procurando criar um movimento de opinião com esse objectivo, disse Sandra Benfica, da direcção do CPPC.

Espera-se que da reunião saia uma declaração que recolha assinaturas de organizações de vários países, que posteriormente dinamizarão a campanha nos seus locais de origem, explicou.

No caso do CPPC, será feita pressão ao nível do governo de Portugal e também da União Europeia, aproveitando a presidência portuguesa que começa a 01 de Julho, adiantou Sandra Benfica.

"Pretende-se que Portugal assuma um papel dinamizador do processo de paz, considerando-se que a resolução do problema palestiniano passa pelo cumprimento das resoluções internacionais", disse ainda.

A delegação do CPPC, que estará em Israel até dia 05, tem também previstos encontros com várias organizações palestinianas e israelitas.

Para sábado está programada uma visita ao Muro da Separação (entre Israel e os territórios palestinianos) e um encontro com os Comités Palestinianos Populares e para segunda-feira uma reunião com o presidente da Autoridade Palestiniana, Mamuhd Abbas.

Terça-feira assinalam-se os 40 anos do início da Guerra dos Seis Dias, que opôs Israel a uma frente árabe formada pelo Egipto, Jordânia e Síria, apoiada pelo Iraque, Kuwait, Arábia Saudita, Argélia e Sudão.

Na sequência do conflito armado Israel ocupou a Cisjordânia, o sector oriental de Jerusalém e os Montes Golã e aumentou o número de refugiados palestinianos na Jordânia e no Egipto.

© 2007 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
2007-06-01 18:45:02

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