Terça-feira, 26 de Junho de 2007

Resolução do Conselho Mundial da Paz de apoio à 4ª Sessão Especial da ONU sobre Desarmamento

 
RESOLUTION
SUPPORT OF 4TH SPECIAL SESSION ON DISARMAMENT
UNITED NATIONS
 
Whereas, the United Nations reports that over US$1 TRILLION DOLLARS are spent
annually worldwide on arms not including the costs of the illegal invasions of Iraq and Afghanistan and current conflicts; and further
 
Whereas, global expenditures amount to two million dollars every minute for war, draining national treasuries creating a crisis in funding for essential social services: health, education, infrastructure, food, shelter,  environment, simple development, etc.;  and further
 
Whereas, the heightened tensions, exploding in civil strife, created by the arms race , have so burdened the undeveloped and developing world, not leaving the developed world untouched,  that hundreds of millions of people are suffering from lack of food and shelter, wandering the earth in search of employment, and nation-states in the South are either unstable or failing, wallowing in debt,  in the main, created by arms purchases; and further
 
Whereas, there has been recognition of the need to assist the impoverished South with sustainable development: i.e. the United Nations Millennium goals for alleviating poverty by 50% by the year 2015 by contributions of 0.7% of gross national product by the developed world , only a few countries have complied; and further
 
Whereas, increased expenditures for the development of new weapons of mass destruction, space weaponry, participation in the illegal wars in Afghanistan and Iraq and other areas and the maintenance and expansion of the national militaries have rendered the pledges to contribute for sustainable development of the South as mere empty promises; and further
 
Whereas, previous Special Sessions of the United Nations on Disarmament have inspired increased organization and demonstration by the global peace movement, including the One Million Demonstrators in New York City in 1982, that, in turn, sparked a new level of peace activity against the dangers of nuclear war, and
 
Therefore, the meeting of the Secretariat (Brussels 15th June,2007)of the World Peace Council ,the largest organization of national peace organization in the world, , resolve with the global peace movement to wholeheartedly support efforts of  the General Assembly of the United Nations to convene the 4th Special Session on Disarmament; urge the cooperation and participation of civil   society in the discussions and planning for the Special Session;  and urge the organization of a major public expression of support simultaneously with the Special Session, and
 
Therefore, a copy of this Resolution is to be forwarded to all Heads of State, Secretary-General of the United Nations, all Missions to the United Nations, Working Group for the 4th Special Session on Disarmament, affiliates of World Peace Council and peace organizations globally.
 
The Secretariat of WPC
publicado por cppc às 16:43
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Segunda-feira, 18 de Junho de 2007

Vozes do Iraque

 

Mahmoud Rafid, Iraq, “Devo continuar a trabalhar apesar de ser abusado sexualmente”



Photo: Afif Sarhan/IRIN

Mahmoud Rafid, 13 anos, diz ter medo de continuar a vender mercadorias nas ruas de Bagdade depois de ter sido molestado e abusado sexualmente.



Bagdade – Mahmoud Rafid, 13 anos, diz ter medo de continuar a vender mercadorias nas ruas de Bagdade, depois de ter sido molestado e abusado sexualmente.


Há um ano perdeu o seu pai e a sua mãe tem cancro, por isso Mahmoud, as suas irmãs, de 11 e 14 anos, o seu irmão, de 9 anos, tiveram de encontrar meios de se alimentar. Depois de vender muitos dos seus haveres para conseguir dinheiro, hoje podem ser vistos nos semáforos a vender chocolates, jornais e canetas.


A minha mãe está muito doente e se ela morrer a nossa situação vai piorar. Fomos forçados a abandonar a escola para ajudar a levantar os rendimentos da família, mas a situação é perigosa e às vezes fico com a impressão que um dia posso não regressar a casa.


As minhas irmãs são aquelas que mais sofrem. Existem muitos homens em Bagdade que lhes querem fazer mal. Elas ficam junto a mim quando trabalhamos e eu ando sempre munido de uma navalha para defendê-las no caso de alguém querer abusá-las sexualmente. Eu já sofri isso e não quero que o mesmo aconteça com as minhas irmãs.


Devo continuar a trabalhar para ajudar a minha família apesar de ser abusado ( sexualmente ). Fomos abandonados pelos nossos parentes e o nosso pai não nos deixou dinheiro suficiente.


A minha mãe fica em casa à nossa espera, a chorar, desesperada e com medo que qualquer coisa aconteça na rua connosco. O seu cancro está a desenvolver muito e se ela morrer temos de confiar em nós próprios e, talvez, dormir na rua.


“Tenho saudades do tempo em que andava na escola e se tivesse a oportunidade de regressar não a desperdiçava. Eu era um bom aluno, com bons resultados e muitos amigos. Mas agora até os meus amigos nos deixaram, porque trabalhamos na rua. As suas famílias julgam que não lhes fazemos boa companhia.


Muitas vezes, as pessoas vêm ter connosco para oferecer dinheiro e comida em troca de vendermos drogas, mas nunca aceitamos fazê-lo. O meu irmão tentou a droga duas vezes mas ficou muito doente. Não podemos fazer nada. Graças a Deus, depois da minha mãe ter tomado conta dele, deixou esta coisa má.


Espero que um dia possamos ter de novo uma vida boa e segura. Gostaria de ver o meu irmão outra vez na escola e a comer um bom pedaço de carne. Mas até isto acontecer, vamos continuar a trabalhar, tentando conseguir alguma comida para a minha mãe nos seus últimos dias de vida.”


Retirado de:

IRAQ: Mahmoud Rafid, Iraq, “I have to keep working despite being sexually abused”. RIN. Sunday 17 June 2007. 17 de Junho de 2007 http://www.irinnews.org/Report.aspx?ReportId=72705

publicado por cppc às 11:48
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Segunda-feira, 11 de Junho de 2007

Música censurada nos EUA - Vale a pena 5 minutos de atenção!

P!NK dedica alguns "mimos" a Bush!

 "Dear Mr. President"
(feat. Indigo Girls)

Dear Mr. President,
Come take a walk with me.
Let's pretend we're just two people and
You're not better than me.
I'd like to ask you some questions if we can speak honestly.

What do you feel when you see all the homeless on the street?
Who do you pray for at night before you go to sleep?
What do you feel when you look in the mirror?
Are you proud?

How do you sleep while the rest of us cry?
How do you dream when a mother has no chance to say goodbye?
How do you walk with your head held high?
Can you even look me in the eye
And tell me why?

Dear Mr. President,
Were you a lonely boy?
Are you a lonely boy?
Are you a lonely boy?
How can you say
No child is left behind?
We're not dumb and we're not blind.
They're all sitting in your cells
While you pave the road to hell.

What kind of father would take his own daughter's rights away?
And what kind of father might hate his own daughter if she were gay?
I can only imagine what the first lady has to say
You've come a long way from whiskey and cocaine.

How do you sleep while the rest of us cry?
How do you dream when a mother has no chance to say goodbye?
How do you walk with your head held high?
Can you even look me in the eye?

Let me tell you 'bout hard work
Minimum wage with a baby on the way
Let me tell you 'bout hard work
Rebuilding your house after the bombs took them away
Let me tell you 'bout hard work
Building a bed out of a cardboard box
Let me tell you 'bout hard work
Hard work
Hard work
You don't know nothing 'bout hard work
Hard work
Hard work
Oh

How do you sleep at night?
How do you walk with your head held high?
Dear Mr. President,
You'd never take a walk with me.
Would you?

 

publicado por cppc às 21:38
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Quarta-feira, 6 de Junho de 2007

Declaração da delegação do CPPC-CMP à Iniciativa de Jerusalém

                                     

 

Regressaram da Palestina os dois membros do Conselho Português para a Paz e Cooperação que, em representação do Conselho Mundial da Paz, participaram na "Iniciativa de Jerusalém", que ocorreu entre 2 e 5 de Junho. Dos elementos recolhidos no terreno, o CPPC destaca o seguinte:

 


1 - Esta foi a primeira vez que uma iniciativa promovida por forças da paz de Israel e da Palestina teve lugar em Jerusalém, o que demonstra que existem parceiros para a paz dos dois lados do conflito israelo-palestiniano.


Este encontro contou com a participação de delegações de quatro continentes, entre os quais uma significativa representação europeia, e culminou com uma sessão pública em que participaram dirigentes políticos, cívicos e religiosos representativos de amplos sectores das sociedades palestiniana e israelita. A Paz é possível.


2 - O "muro de separação", que está a ser erguido por Israel nos territórios palestinianos da Cisjordânia e de Jerusalém Leste, constitui uma das mais clamorosas mistificações da história. Ao contrário do que é apregoado – de que se trata de um muro para proteger as populações israelitas de eventuais ataques terroristas oriundos dos territórios palestinianos - o muro destina-se a separar comunidades palestinianas, a inviabilizar a futura edificação de um Estado independente naquele território e a eliminar qualquer possibilidade para que Jerusalém Leste possa vir um dia a ser a capital da Palestina. O traçado escolhido para o muro - cuja construção prossegue - impossibilita o cumprimento de todas as resoluções das Nações Unidas relativas à criação do Estado Palestiniano.


O muro separa famílias, afasta crianças das respectivas escolas, agricultores das suas terras, doentes das suas unidades de saúde, comerciantes das suas lojas.


3 - A instalação de colonatos israelitas em territórios árabes intensificou-se e prossegue a um ritmo avassalador. A sua instalação, para além de implicar a destruição de casas e edifícios da comunidade palestiniana, decorre em perfeita articulação com o traçado do muro, numa estratégia clara de apropriação por parte de Israel de territórios palestinianos, que planeiam ocupar com colonatos 25 por cento do território da Cisjordânia.


4 - A construção do muro, a instalação dos colonatos, a abertura de estradas cujo acesso está vedado às populações palestinianas, e os mais de 600 "check-points" militares existentes, fixos e móveis, virão a resultar num futuro muito próximo, caso nada seja feito, na criação de vários acantonamentos de populações palestinianas, separadas entre si, numa lógica de "guetos", que constituirão a maior prisão do mundo.


5 - O embargo imposto à Autoridade Nacional Palestiniana, para além de representar uma injustiça monumental, na medida em que pune os ocupados depois de estes terem dado cumprimento a todas as exigências feitas pela "Comunidade Internacional", está a ter consequências económicas e sociais dramáticas, com o desmantelamento dos serviços de saúde, a desarticulação do sistema de ensino e a proliferação da miséria, que já atinge 55 por cento da população da Cisjordânia e 80 por cento da população da Faixa de Gaza.


6 - Igualmente dramática é a situação dos presos políticos palestinianos em Israel. Contando já com mais de 11 mil (cerca de 300 dos quais com idades entre os 14 e os 16 anos), entre eles contam-se diversos responsáveis políticos eleitos democraticamente pela população. Nomeadamente, 2 ministros, 45 deputados e 68 presidentes de câmaras. Acresce ainda o facto de muito deles serem detidos sem culpa formada e nessa situação se manterem por tempo indeterminado, sem que aos próprios advogados de defesa seja possível conhecer a acusação por alegadas razões de "segurança nacional". Esta denúncia é feita por organizações pacifistas israelitas.

 


Num momento em que se agrava a situação do povo palestiniano e que a criação do seu Estado soberano e independente está seriamente ameaçada, o CPPC reafirma a importância da solidariedade internacional e de uma poderosa campanha com vista a defender os direitos inalienáveis do povo da Palestina, e sublinha a necessidade de dar cumprimento às resoluções das Nações Unidas para os territórios palestinianos, no prosseguimento daquilo que e a declaração da "Iniciativa de Jerusalém" enuncia, de cujos pontos destaca:

  • Acabar com a ocupação israelita,
  • Desmantelar os colonatos,
  • Remover o muro de separação,
  • Estabelecer o Estado da Palestina dentro das fronteiras de 4 de Junho de 1967, com Jerusalém Leste como capital,
  • Resolver o problema dos refugiados.

Lisboa, 06 de Junho de 2007

A delegação do Conselho Português para a Paz e Cooperação, em representação do Conselho Mundial da Paz

 

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Terça-feira, 5 de Junho de 2007

Embaixada de Israel recusa carta de protesto - Notícia Lusa

http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/meud%2FrmCzvcbtkDSWB3o9w.html

 

Israel: Conselho para a Paz critica embaixada em Lisboa por recusar encontro combinado

5 de Junho de 2007, 18:37

Lisboa, 05 Jun (Lusa) - O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) criticou hoje a Embaixada de Israel por ter recusado um encontro previamente combinado com organizações não governamentais portuguesas para entrega de uma carta contra a ocupação dos territórios palestinianos.

Luís Vicente, vice-presidente do CPPC e um dos dois representantes das ONG que esperavam "ser recebidos pelo primeiro conselheiro" da Embaixada de Israel em Portugal, disse à agência Lusa que o encontro não se realizou, alegando a embaixada que a existência de uma dezena de elementos daquelas organizações no passeio frente à representação diplomática era uma "manifestação provocatória".

"Disseram-nos que mais de cinco pessoas na rua era uma manifestação provocatória", declarou Luís Vicente, ironizando que, como estavam no passeio 10 representantes das 55 ONG signatárias da carta, "eram duas manifestações provocatórias".

Segundo o vice-presidente do CPPC, a embaixada tinha solicitado previamente os números e data de emissão dos bilhetes de identidade da delegação a ser recebida e que incluia uma representante do Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM).

Por outro lado, os dois elementos da delegação foram identificados hoje pela PSP, afirmou Luís Vicente, adiantando estarem junto à embaixada "três carros-patrulha e uma carrinha do Corpo de Intervenção da PSP".

Num comunicado, o CPPC acusa a Embaixada de Israel de ter imposto um "posto de controlo em Lisboa" e de procurar "impor a 'lei' de Israel nas ruas portuguesas".

"Não se tratava de qualquer manifestação, quando marcamos uma concentração o Governo Civil tem conhecimento", disse à Lusa Sandra Benfica, da direcção do CPPC, criticando a "atitude despropositada" da Embaixada de Israel.

A agência Lusa tentou, sem sucesso, obter informações junto da Embaixada de Israel.

Luís Vicente disse ainda que a carta das ONG, a propósito dos 40 anos do início da Guerra dos Seis Dias que hoje se assinala, foi entregue a uma pessoa que julga ser "segurança da embaixada".

A Guerra dos Seis Dias opôs Israel a uma frente árabe formada pelo Egipto, Jordânia e Síria, apoiada pelo Iraque, Kuwait, Arábia Saudita, Argélia e Sudão, e resultou na ocupação pelo Estado hebraico da Cisjordânia, sector oriental de Jerusalém e Montes Golã, levando ainda ao aumento do número de refugiados palestinianos na Jordânia e no Egipto.

Os signatários da carta defendem ser "urgente pôr fim a 40 anos de ocupação israelita dos territórios palestinianos", lembrando as "inúmeras resoluções da Organização das Nações Unidas, que não só condenam a ocupação, como exigem o seu fim".

"O povo português (...) estará entre os primeiros a apoiar uma paz justa e duradoura em toda a região do Médio Oriente, que garanta a segurança de todos os povos da região", refere ainda a carta, que além das organizações referidas foi assinada pela CGTP, Graal, Juventude Operária Católica, Pax Christi Portugal, Frente Anti-Racista, Follow the Women Portugal, Associação Portuguesa de Deficientes e União de Resistentes Antifascistas Portugueses, entre outras.

PAL.

Lusa/fim

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Embaixada de Israel recusa carta de protesto - Notícia Expresso

http://expresso.clix.pt/Actualidade/Interior.aspx?content_id=397648

Activistas ficam na rua
Incidente à porta da embaixada de Israel
Margarida Mota
 
Representantes de 55 ONG‘s lusas foram impedidos de entrar na embaixada de Israel. O apelo ao fim da ocupação chegou ao embaixador por um segurança.
 encontro fora previamente agendado, mas na terça-feira, ao princípio da tarde, nada aconteceu como o previsto em frente à embaixada de Israel, em Lisboa. "Havia três carrinhas da polícia e agentes de metralhadora apontada para nós", conta ao Expresso Elsa Rodrigues dos Santos, dirigente do Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM).
Elsa Santos e Luís Vicente, do Conselho Português para a Paz e Cooperação, dirigiram-se à embaixada de Israel, em representação de 55 organizações não-governamentais portuguesas, para entregar uma Carta-Apelo contra a ocupação israelita dos territórios palestinianos. Chegados à embaixada, os dois professores universitários viram-se impedidos de entrar. "Isto é uma provocação, vocês não podem entrar, entregam aqui a carta", afirmou um segurança israelita à porta do edifício da embaixada.
A representante do MPPM refere que os dois professores estavam acompanhados por "meia dúzia de representantes das organizações signatárias do documento", o que terá irritado os israelitas. "Eles estavam ali, tranquila e pacificamente… Não mostraram nenhum cartaz nem gritaram palavras de ordem…" Diz também que o encontro fora previamente agendado, tendo para o efeito a embaixada israelita "exigido" fotocópias dos bilhetes de identidade.
Nesta questão, como em quase tudo o que se refere ao conflito israelo-palestiniano, Israel tem outra versão dos acontecimentos. Contactada pelo Expresso, a embaixada israelita, pela voz do encarregado de negócios Amir Sagie, esclareceu que em frente à embaixada estavam "entre 15 e 20 pessoas", o que se trata de uma "manifestação ilegal" dado que as autoridades portuguesas não foram informadas. Esclarece também que o aparato policial a que se referem os activistas aconteceu "por iniciativa da própria polícia", encarregue da segurança diária àquela missão diplomática. Confirmou igualmente que a Carta-Apelo deu entrada na embaixada, pelas mãos do segurança.
Na véspera deste incidente, realizou-se na Casa do Alentejo uma sessão pública de intervenção, promovida pelo MPPM em que marcaram presença José Saramago e Abdullah Abdullah, Presidente da Comissão Política do Parlamento palestiniano. Se, no uso da palavra, o dirigente o palestiniano aproveitou para apelar à próxima presidência portuguesa da União Europeia que coloque "no topo da agenda o levantamento do embargo e das sanções ao Governo palestiniano", já o Nobel da Literatura reafirmou as posições que, há tempos, tanta polémica provocou em Israel: "Enquanto houver um palestiniano vivo, o Holocausto continuará", disse. "O que os israelitas sofreram em Auschwitz não os absolve nem lhes confere impunidade. São iguais aos carrascos dos nazis de que foram vítimas".
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Embaixada de Israel recusa carta de protesto - Notícia Agência Financeira

http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=818011&div_id=1731

 

Por recusar encontro combinado

Israel: Conselho para a Paz critica embaixada em Lisboa

[ 2007/06/05 | 19:36 ] EditorialLusa/ SPP
estrela azul com fundo branco

O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) criticou esta terça-feira a Embaixada de Israel por ter recusado um encontro previamente combinado com organizações não governamentais portuguesas para entrega de uma carta contra a ocupação dos territórios palestinianos.

Luís Vicente, vice-presidente do CPPC e um dos dois representantes das ONG que esperavam «ser recebidos pelo primeiro conselheiro» da Embaixada de Israel em Portugal, disse à «Lusa» que o encontro não se realizou, alegando a embaixada que a existência de uma dezena de elementos daquelas organizações no passeio frente à representação diplomática era uma «manifestação provocatória».

 

«Disseram-nos que mais de cinco pessoas na rua era uma manifestação provocatória», declarou Luís Vicente, ironizando que, como estavam no passeio 10 representantes das 55 ONG signatárias da carta, «eram duas manifestações provocatórias».

Segundo o vice-presidente do CPPC, a embaixada tinha solicitado previamente os números e data de emissão dos bilhetes de identidade da delegação a ser recebida e que incluia uma representante do Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM).

publicado por cppc às 20:45
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Embaixada de Israel recusa carta de protesto - Correio da Manhã

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=245276&idselect=21&idCanal=21&p=200

2007-06-05 - 19:28:00

Israel

Embaixada em Lisboa recusa receber ONG

A Embaixada de Israel em Lisboa recusou receber uma delegação de Organizações Não-Governamentais, encontro agendado para esta terça-feira, que pretendiam entregar na representação diplomática uma carta contra a ocupação dos territórios palestinianos.

Os responsáveis diplomáticos israelitas justificaram o cancelamento do encontro alegando que a dezena de elementos daquelas organizações no passeio frente à embaixada era uma “manifestação provocatória”.

“Disseram-nos que mais de cinco pessoas na rua era uma manifestação provocatória”, declarou Luís Vicente, vice-presidente do Conselho Português para a Paz e a Cooperação (CPPC), um dos promotores da iniciativa.

Este responsável associativo explicou que a embaixada tinha solicitado previamente os números e data de emissão dos bilhetes de identidade da delegação a ser recebida e que, além do representante do CPPC incluía outro representante do Movimento pelos Direitos do Povo Palestiniano e pela Paz no Médio oriente (MPPM). Estes mesmos elementos foram ainda identificados pela PSP.

Em comunicado o CPPC acusa a Embaixada de Israel de ter imposto um “posto de controlo em Lisboa” e de procurar “impor a ‘lei’ de Israel nas ruas portuguesas”.


publicado por cppc às 20:41
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Embaixada de Israel recusa carta de protesto - Notícia Sol

Israel
Conselho para a Paz critica embaixada em Lisboa por recusar encontro combinado
O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) criticou hoje a Embaixada de Israel por ter recusado um encontro previamente combinado com organizações não governamentais portuguesas para entrega de uma carta contra a ocupação dos territórios palestinianos

Luís Vicente, vice-presidente do CPPC e um dos dois representantes das ONG que esperavam «ser recebidos pelo primeiro conselheiro» da Embaixada de Israel em Portugal, disse à agência Lusa que o encontro não se realizou, alegando a embaixada que a existência de uma dezena de elementos daquelas organizações no passeio frente à representação diplomática era uma «manifestação provocatória».

«Disseram-nos que mais de cinco pessoas na rua era uma manifestação provocatória», declarou Luís Vicente, ironizando que, como estavam no passeio 10 representantes das 55 ONG signatárias da carta, «eram duas manifestações provocatórias».

Segundo o vice-presidente do CPPC, a embaixada tinha solicitado previamente os números e data de emissão dos bilhetes de identidade da delegação a ser recebida e que incluia uma representante do Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM).

Por outro lado, os dois elementos da delegação foram identificados hoje pela PSP, afirmou Luís Vicente, adiantando estarem junto à embaixada «três carros-patrulha e uma carrinha do Corpo de Intervenção da PSP».

Num comunicado, o CPPC acusa a Embaixada de Israel de ter imposto um «posto de controlo em Lisboa» e de procurar «impor a 'lei' de Israel nas ruas portuguesas».

«Não se tratava de qualquer manifestação, quando marcamos uma concentração o Governo Civil tem conhecimento», disse à Lusa Sandra Benfica, da direcção do CPPC, criticando a «atitude despropositada» da Embaixada de Israel.

A agência Lusa tentou, sem sucesso, obter informações junto da Embaixada de Israel. Luís Vicente disse ainda que a carta das ONG, a propósito dos 40 anos do início da Guerra dos Seis Dias que hoje se assinala, foi entregue a uma pessoa que julga ser «segurança da embaixada».

A Guerra dos Seis Dias opôs Israel a uma frente árabe formada pelo Egipto, Jordânia e Síria, apoiada pelo Iraque, Kuwait, Arábia Saudita, Argélia e Sudão, e resultou na ocupação pelo Estado hebraico da Cisjordânia, sector oriental de Jerusalém e Montes Golã, levando ainda ao aumento do número de refugiados palestinianos na Jordânia e no Egipto.

Os signatários da carta defendem ser «urgente pôr fim a 40 anos de ocupação israelita dos territórios palestinianos», lembrando as «inúmeras resoluções da Organização das Nações Unidas, que não só condenam a ocupação, como exigem o seu fim».

«O povo português (...) estará entre os primeiros a apoiar uma paz justa e duradoura em toda a região do Médio Oriente, que garanta a segurança de todos os povos da região», refere ainda a carta, que além das organizações referidas foi assinada pela CGTP, Graal, Juventude Operária Católica, Pax Christi Portugal, Frente Anti-Racista, Follow the Women Portugal, Associação Portuguesa de Deficientes e União de Resistentes Antifascistas Portugueses, entre outras.

Lusa/SOL

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Embaixada de Israel recusa entrega de carta de protesto - Notícia O Público

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1295979

Organizações não-governamentais queriam entregar carta
Conselho Português para a Paz critica embaixada de Israel por recusar encontro combinado
05.06.2007 - 18h50 


O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) criticou hoje a embaixada de Israel em Lisboa por ter recusado um encontro previamente combinado com organizações não-governamentais portuguesas para a entrega de uma carta contra a ocupação dos territórios palestinianos.

Luís Vicente, vice-presidente do CPPC e um dos dois representantes das organizações não-governamentais que esperavam "ser recebidos pelo primeiro conselheiro" da embaixada de Israel em Portugal, disse à Lusa que o encontro não se realizou, alegando a embaixada que a existência de uma dezena de elementos daquelas organizações no passeio frente à representação diplomática era uma "manifestação provocatória".

"Disseram-nos que mais de cinco pessoas na rua era uma manifestação provocatória", afirmou Luís Vicente, ironizando que, como estavam no passeio dez representantes das 55 organizações não-governamentais signatárias da carta, "eram duas manifestações provocatórias".

Segundo o vice-presidente do CPPC, a embaixada tinha solicitado previamente os números e data de emissão dos bilhetes de identidade da delegação a ser recebida e que incluía uma representante do Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente.

Por outro lado, os dois elementos da delegação foram identificados hoje pela PSP, afirmou também Luís Vicente, adiantando estarem junto à embaixada "três carros-patrulha e uma carrinha do Corpo de Intervenção da PSP".

Num comunicado, o CPPC acusa a embaixada de Israel de ter imposto um "posto de controlo em Lisboa" e de procurar "impor a 'lei' de Israel nas ruas portuguesas".

"Não se tratava de qualquer manifestação"

"Não se tratava de qualquer manifestação, quando marcamos uma concentração o Governo Civil tem conhecimento", disse à Lusa Sandra Benfica, da direcção do CPPC, criticando a "atitude despropositada" da embaixada de Israel.

A Lusa informa também que tentou, sem sucesso, obter informações junto da embaixada de Israel em Portugal.

Luís Vicente disse ainda que a carta das organizações não-governamentais, a propósito dos 40 anos do início da Guerra dos Seis Dias que hoje se assinala, foi entregue a uma pessoa que julga ser "segurança da embaixada".

A Guerra dos Seis Dias opôs Israel a uma frente árabe formada pelo Egipto, Jordânia e Síria, apoiada pelo Iraque, Kuwait, Arábia Saudita, Argélia e Sudão, e resultou na ocupação pelo Estado hebraico da Cisjordânia, sector oriental de Jerusalém e Montes Golã, levando ainda ao aumento do número de refugiados palestinianos na Jordânia e no Egipto.

Os signatários da carta defendem ser "urgente pôr fim a 40 anos de ocupação israelita dos territórios palestinianos", lembrando as "inúmeras resoluções da Organização das Nações Unidas, que não só condenam a ocupação, como exigem o seu fim".

"O povo português (...) estará entre os primeiros a apoiar uma paz justa e duradoura em toda a região do Médio Oriente, que garanta a segurança de todos os povos da região", refere ainda a carta, que além das organizações referidas foi assinada pela CGTP, Graal, Juventude Operária Católica, Pax Christi Portugal, Frente Anti-Racista, Follow the Women Portugal, Associação Portuguesa de Deficientes e União de Resistentes Antifascistas Portugueses, entre outras.

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Carta ao Estado Israelita - Não à Ocupação da Palestina

Lisboa, 5 de Junho de 2007
 
Ao Estado de Israel
 
Assinala-se hoje, dia 5 de Junho, o início da Guerra dos Seis Dias de 1967, da qual resultou a ocupação por Israel de Jerusalém Oriental, da Margem Ocidental do Jordão e da Faixa de Gaza.
 
Cumpre-nos transmitir-lhe em nome das organizações Portuguesas subscritoras desta missiva, que é urgente pôr fim a 40 anos de ocupação israelita dos territórios palestinianos, a 40 anos de violação sistemática e brutal dos direitos mais básicos e fundamentais do povo palestino, a 40 anos de negação do direito do povo palestino a ter um Estado independente, soberano e viável nos territórios ocupados. O povo palestino não pode continuar a ser refém na sua própria terra. Israel não pode continuar a afrontar abertamente o direito internacional e as inúmeras resoluções da Organização das Nações Unidas, que não só condenam a ocupação, como exigem o seu fim.
 
A Resolução 242 do Conselho de Segurança da ONU reconhece ao Estado de Israel o direito a «viver em paz no interior das suas fronteiras seguras e reconhecidas», mas não deixa dúvidas quanto à «inadmissibilidade da aquisição de terras pela guerra», e exige de Israel a «retirada das forças armadas israelitas dos territórios ocupados», bem como a resolução do problema dos refugiados. Quarenta anos depois, esta Resolução continua letra morta.
 
Os incomensuráveis sofrimentos repetidamente infligidos ao povo Palestino – que configuram crimes contra a humanidade e merecem a nossa enérgica condenação – a par da disseminação de colonatos ilegais e da construção do Muro de separação – já condenado pelo Tribunal Internacional de Justiça – configuram uma deliberada política de inviabilização da construção de um Estado Palestiniano livre, soberano e viável.
 
O povo Português, como a generalidade dos povos do mundo, defensor da Paz e da Liberdade, estará entre os primeiros a apoiar uma paz justa e duradoura em toda a região do Médio Oriente, que garanta a segurança de todos os povos da região. Mas nunca calará a denúncia dos crimes da ocupação.
 
As Organizações Signatárias

CPPC – Conselho Português para a Paz e Cooperação

MPPM – Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente

CGTP/IN – Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional

APD – Associação Portuguesa de Deficientes

Associação de Amizade Portugal-Cuba

Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos da Freguesia de Cacilhas

Associação Vidas Alternativas

ATTAC Portugal

Casa do Alentejo

CESP – Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal

Colectivo Solidariedade com Múmia Abu Jamal

Comissão de Paz de Almada do CPPC “Almada Pela Paz”

Comissão de Paz de Beja do CPPC

Comissão de Paz de Évora do CPPC

Comissão de Paz do Seixal do CPPC

Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto

Confederação Portuguesa de Quadros Técnicos e Científicos

FAR -  Frente Anti-Racista

Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública

FENPROF – Federação Nacional dos Professores

FEVICCOM – Federação Portuguesa dos Sindicatos da Construção, Cerâmica e Vidro

FNTCT – Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações

Follow the Women Portugal

GRAAL

Interjovem / CGTP

Inter-Reformados / CGTP

JOC – Juventude Operária Católica

MDM – Movimento Democrático de Mulheres

MURPI – Movimento Unitário de Reformados, Pensionistas e Idosos

Olho Vivo - Associação de Defsa do Património, Ambiente e Direitos Humanos

OPUS GAY

Pax Christi Portugal

Sindicato dos Trabalhadores da Função Pública do Sul e Açores

Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Cerâmica, Cimentos e Similares do Sul e Regiões Autónomas

Sindicato dos Vidreiros

Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário

SINORQUIFA – Sindicato dos Trabalhadores da Química, Farmacêutica, Petróleo e Gás do Norte

Sociedade de Instrução e Beneficência “A Voz do Operário”

Sociedade de Instrução e Recreio Barreirense “Os Penicheiros”

SOS Racismo

SPGL – Sindicato dos Professores da Grande Lisboa

STAL – Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local

Teatro Experimental de Cascais

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União dos Sindicatos de Beja

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União dos Sindicatos de Coimbra

União dos Sindicatos de Évora

União dos Sindicatos de Leiria

União dos Sindicatos de Lisboa

União dos Sindicatos de Setúbal

União dos Sindicatos de Viana do Castelo

União dos Sindicatos do Norte Alentejano

URAP – União de Resistentes Antifascistas Portugueses

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DENÚNCIA E PROTESTO

Embaixada de Israel impõe posto de controlo (check-point) em Lisboa
 
Hoje, dia 5 de Junho de 2007, uma delegação de representantes de 55 Organizações Não Governamentais Portuguesas viu recusado um encontro previamente aceite pela Embaixada de Israel. O encontro destinava-se a entregar uma Carta-Apelo contra a ocupação, por Israel, dos territórios palestinos, por ocasião da data em se completam 40 anos do início da Guerra dos Seis Dias.
 
O encontro com uma delegação de duas personalidades representando as 55 ONG’s – a quem a Embaixada solicitou previamente os números e data de emissão dos bilhetes de identidade, e que seria recebida pelo Primeiro Conselheiro da Embaixada – não se chegou a efectuar.
Alegando que “a presença de mais de 5 pessoas” na rua da Embaixada constituía uma “manifestação provocatória”, a Embaixada utilizou como pretexto para recusar o encontro, o facto de haver uma dezena de representantes das 55 ONG’s no passeio fronteiro à Embaixada (mesmo que sem qualquer pano ou palavra de ordem acompanhar).
 
Para além de se recusar a receber os dois representantes das ONG’s Portuguesas, a Embaixada de Israel – provavelmente deturpando a realidade da situação e alegando perigos inexistentes – levou a PSP a mobilizar dispositivos policiais consideráveis (três carros-patrulha e uma carrinha do Corpo de Intervenção) e totalmente desproporcionados, dada a inexistência de qualquer alteração da ordem pública, ou sequer de uma manifestação que nunca chegou a estar prevista.
 
A Embaixada de Israel procura assim impor a “lei” de Israel nas ruas portuguesas.
 
Tal como em numerosas outras ocasiões recentes, a PSP pediu a identificação dos dois representantes das ONG’s que tinham o encontro marcado na Embaixada, numa acção que confirma as tendências incriminatórias e repressivas crescentes que o Governo e o seu Ministério da Administração Interna têm vindo a generalizar. 
 
Não é Governo de Israel que dita as leis em Portugal.
Portugal é um país soberano e não é admissível que as liberdades democráticas aqui sejam questionadas, por quem quer que seja.
 
O movimento de solidariedade com a luta do povo palestino prosseguirá no nosso país, não se deixando intimidar por semelhantes atitudes.
 
Em anexo enviamos o texto completo da Carta-Apelo dirigida ao Estado de Israel bem como a lista das 55 organizações subscritoras.
 
O Conselho Português para a Paz e Cooperação
O Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente
A Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional
publicado por cppc às 16:25
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AMANHÃ - Regresso da delegação do CPPC à Palestina

A delegação do Conselho Português para a Paz e Cooperação regressa amanhã a Lisboa, estando a sua chegada agendada para as 12.00h ao Aeroporto da Portela.
Gustavo Carneiro e Vítor Paulo Silva, participaram na Conferência Internacional Iniciativa Jerusalém, – Conferência de Paz organizada conjuntamente, e pela primeira vez, por Palestinos e Israelitas. A Delegação teve ainda a oportunidade de visitar o Muro de separação, contactar com organizações de paz, e organizações sociais e políticas palestinas e Israelitas.
Convidamos todos os aderentes e amigos a estarem presentes na chegada dos dois representantes do CPPC.
publicado por cppc às 09:56
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CONTRA A OCUPAÇÃO DA PALESTINA

Hoje, 5 de Junho, na data que assinala o início da guerra dos seis dias e os quarenta anos da ocupação ilegal da Palestina, 50 organizações portuguesas subscrevem carta de protesto dirigida às autoridades israelitas.
 
Em representação das organizações, o Professor Luís Vicente, Vice-presidente do Conselho Português para a Paz e Cooperação, e a Dr.ª Elsa Rodrigo dos Santos, do Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente, entregarão a carta de protesto na Embaixada de Israel às 14 horas.
publicado por cppc às 09:53
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Segunda-feira, 4 de Junho de 2007

Campanha de solidariedade com as Crianças Palestinas

Apoio Escolar às Crianças da Palestina

Com a entrega de milhares de cadernos na representação da Autoridade Nacional Palestiniana em Portugal, terminou a campanha de solidariedade com as crianças da Palestina «Tenho um caderno igual ao teu».

 

 

Durante meses, o Conselho Português para a Paz e Cooperação, a Câmara Municipal de Beja e o núcleo de Beja do CPPC recolheram milhares de cadernos escolares que se destinam ao apoio à educação das crianças palestinianas, que sofrem como ninguém as consequências brutais da ocupação do seu país por parte de Israel.

Esta acção permitiu o contacto com milhares de portugueses, que foram convidados a adquirir dois cadernos, um dos quais para ser enviado para a Palestina. No caderno a ser entregue às crianças, era possível inscrever uma mensagem ou um desenho, para transmitir a amizade, a esperança, a ternura e a solidariedade dos portugueses a crianças que vivem em condições dramáticas de existência.

Para além da solidariedade material, tão necessária para um povo que vive com toda a espécie de carências, a campanha de solidariedade com as crianças da Palestina «Tenho um caderno igual ao teu» permitiu também denunciar um dos mais cruéis aspectos da ocupação israelita dos territórios palestinianos – a paralisação do sistema educativo, o encerramento de escolas, a prisão de professores e o assassinato de crianças.

Desde Março de 2002, 1289 escolas foram fechadas. Desde Setembro de 2000, no seu percurso para a escola, 597 crianças foram assassinadas e 3471 foram feridas. No mesmo período 669 alunos e 176 professores foram presos; 288 escolas foram completamente destruídas pelo exército israelita. Com o muro que Israel tem vindo a construir em terras palestinianas, fica vedado o acesso a 33 estabelecimentos escolares, o que significa a impossibilidade de 3403 alunos e respectivos professores acederem às suas escolas.

Esta campanha constituiu um momento alto de solidariedade com o povo da Palestina, que prossegue o seu combate pela constituição do seu país independente e soberano e pelo regresso dos milhares de refugiados que décadas de ocupação provocaram. E significou também o reconhecimento que milhares de portugueses devem ao povo heróico da Palestina, cuja história e luta dão alento à nossa profunda convicção de que a paz é possível.

A solidariedade não se agradece, mas reconhece-se. A todos os que contribuíram para esta campanha – associações, estruturas e pessoas – o CPPC, a Câmara Municipal de Beja e o núcleo de Beja do CPPC afirmam: contamos e contaremos convosco para construir um mundo de paz, livre de exploração e opressão!

 

Conselho Português para a Paz e Cooperação

Câmara Municipal de Beja

Comissão de Paz de Beja do CPPC

 

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Deslocação Palestina - Noticia RTP - 4 de Junho 2007

http://www.rtp.pt/index.php?article=285068&visual=16

Participantes em conferência internacional exigem o levantamento do bloqueio ao governo palestiniano

 
Os participantes na conferência internacional "Iniciativa Jerusalém: por uma paz justa na base de dois Estados: Israel e Palestina" exigiram hoje à comunidade internacional que levante o bloqueio ao governo palestiniano.
 

Na declaração aprovada na conferência considera-se ainda que "a paz só é possível com a retirada de Israel dos territórios ocupados a partir de 1967 e a criação de dois Estados", disse à agência Lusa Gustavo Carneiro, da direcção do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), que participa na conferência.

A delegação do CPPC, que inclui também Vítor Paulo Silva, da Comissão de Paz do CPPC de Beja, é uma das cerca de uma dezena de delegações de países europeus que participam na conferência em Jerusalém.

Segundo Gustavo Carneiro, na conferência organizada pelo Partido do Povo da Palestina e pelo Partido Comunista de Israel estão ainda presentes delegações da Austrália, dos Estados Unidos e da Índia.

A delegação portuguesa, que representa na conferência o Conselho Mundial da Paz, partiu sexta-feira para Israel e regressa quarta-feira.

No âmbito do programa da conferência, a delegação do CPPC visitou sábado em Jerusalém o Muro que separa Israel dos territórios ocupados, que "na realidade separa comunidades palestinianas umas das outras", segundo Gustavo Carneiro.

"É negado aos palestinianos o acesso ao emprego em Israel e é uma violação do direito à circulação mesmo dentro da Palestina", disse.

Gustavo Carneiro e Vítor Paulo Silva estiveram ainda no mesmo dia com Comités Palestinianos Populares em Harram (nos arredores de Jerusalém), "localidade muito marcada pelo Muro de Separação", adiantou.

Domingo, os membros do CPPC foram recebidos em Ramallah (Cisjordânia) pelo presidente em exercício da Assembleia Legislativa Palestiniana, Ahmad Bahar, e por vários deputados.

"Em 132 deputados, 45 foram presos por Israel, que tem também detidos dois ministros - da Educação, Nasseredine Al-Chaer, e de Estado, Wasfi Qabha - e 68 autarcas", referiu Gustavo Carneiro, lamentado que "o governo de unidade palestiniano continue a ser marginalizado pela comunidade internacional, apesar de cumprir todas as exigências".

Quando o movimento radical Hamas venceu as eleições legislativas nos territórios palestinianos no início de 2006 a comunidade internacional bloqueou a ajuda financeira ao governo palestiniano.

A formação em Abril de um governo palestiniano de unidade nacional, que inclui ministros do movimento moderado Fatah e seis independentes, além do Hamas, não levou à alteração daquela situação.

As delegações presentes na conferência "Iniciativa Jerusalém: por uma paz justa na base de dois Estados: Israel e Palestina" deverão agora dinamizar campanhas com o objectivo de relançar o processo de paz israelo-palestiniano nos seus países.

No caso do CPPC, será feita pressão ao nível do governo de Portugal e também da União Europeia, aproveitando a presidência portuguesa que começa a 01 de Julho.

De acordo com a direcção do CPPC, "pretende-se que Portugal assuma um papel dinamizador do processo de paz, considerando-se que a resolução do problema palestiniano passa pelo cumprimento das resoluções internacionais".

Terça-feira assinalam-se os 40 anos do início da Guerra dos Seis Dias, que opôs Israel a uma frente árabe formada pelo Egipto, Jordânia e Síria, apoiada pelo Iraque, Kuwait, Arábia Saudita, Argélia e Sudão.

Na sequência do conflito armado Israel ocupou a Cisjordânia, o sector oriental de Jerusalém e os Montes Golã e aumentou o número de refugiados palestinianos na Jordânia e no Egipto.

Para assinalar a data, o CPPC e o Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM) entregam terça-feira na Embaixada de Israel em Portugal uma carta subscrita por 40 organizações portuguesas, nomeadamente sindicatos, de juventude e de defesa dos direitos humanos, exigindo o cumprimento das resoluções das Nações Unidas sobre o conflito.

publicado por cppc às 18:54
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Deslocação Palestina - Noticia Portugal Diário

http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=817476&div_id=291

Exigido fim de bloqueio a governo palestiniano

2007/06/04 | 18:21
Conferência internacional: foi ainda defendida a retirada de Israel de territórios ocupados

 

Os participantes na conferência internacional «Iniciativa Jerusalém: por uma paz justa na base de dois Estados: Israel e Palestina» exigiram hoje à comunidade internacional que levante o bloqueio ao governo palestiniano, noticia a Lusa.

Na declaração aprovada na conferência considera-se ainda que «a paz só é possível com a retirada de Israel dos territórios ocupados a partir de 1967 e a criação de dois Estados», disse à Lusa Gustavo Carneiro, da direcção do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), que participa na conferência.

A delegação do CPPC, que inclui também Vítor Paulo Silva, da Comissão de Paz do CPPC de Beja, é uma das cerca de uma dezena de delegações de países europeus que participam na conferência em Jerusalém.

Segundo Gustavo Carneiro, na conferência organizada pelo Partido do Povo da Palestina e pelo Partido Comunista de Israel estão ainda presentes delegações da Austrália, dos Estados Unidos e da Índia.

A delegação portuguesa, que representa na conferência o Conselho Mundial da Paz, partiu sexta-feira para Israel e regressa quarta-feira.

No âmbito do programa da conferência, a delegação do CPPC visitou sábado em Jerusalém o Muro que separa Israel dos territórios ocupados, que «na realidade separa comunidades palestinianas umas das outras», segundo Gustavo Carneiro.

«É negado aos palestinianos o acesso ao emprego em Israel e é uma violação do direito à circulação mesmo dentro da Palestina», disse.

publicado por cppc às 18:49
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Delegação à Palestina - Noticia Rádio Renascença

http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?ContentId=209230&AreaId=23&SubAreaId=39&SubSubAreaId=79

Sociedade 04-06-2007 10:30

Médio Oriente

Conselho Português para a Paz e Cooperação no terreno

Um grupo de portugueses do Conselho para a Paz e Cooperação (CPPC) está no Médio Oriente e encontra-se esta segunda-feira com o Presidente palestiniano, Mahmoud Abbas.

Integrados numa visita oficial, a comitiva portuguesa visitou, nos últimos dois dias, diferentes zonas do lado israelita e do lado palestiniano e constaram, in loco, os entraves que se colocam à paz.
 
O muro e a situação dos presos políticos são as mais graves, considera o CPPC. Vítor Silva, desta organização não-governamental, diz que, dos 11 mil presos palestinianos detidos em Israel, dois são ministros do Governo do Hamas, 45 são deputados e 68 são autarcas.
 
No dia em que está em Jerusalém, o mesmo representante do Conselho Português para a Paz e Cooperação faz um retrato do terreno, dizendo que o que mais o chocou foi o muro construído por Israel, que, em seu entender, apenas separa palestinianos.
           
Os acessos a todo o lado, incluindo a escolas, são muito difíceis, até pela quantidade de “checkpoints” por que se tem de passar, refere.
 
Não obstante, Vítor Silva considera haver esperança para uma convivência pacífica entre Israel e a Palestina. Contudo, há um problema básico nas negociações que deve ser ultrapassado: é que nunca a questão da criação do Estado da Palestina está sempre à margem.

RR

publicado por cppc às 12:14
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Domingo, 3 de Junho de 2007

OTA custa tanto como os dois submarinos do Portas

 

Os cálculos estimam em 3,1 mil milhões de euros a despesa a ser feita na construção do Novo Aeroporto de Lisboa (NAL. Para além disso, acrescento eu, há despesas com a quadruplicação da linha de caminho-de-ferro e composições extras mais umas infraestruturas rodoviárias e algumas derrapagens, pelo que o custo total pode situar-se nos 4 mil milhões de euros a serem desembolsados ao longo de um período que vai de 2008 a 2017 ou nos 5 mil milhões se for logo feito para 25 milhões de passageiros como seria recomendável. Claro, como a obra é nacional, o Estado encaixa em impostos diversos como IRS, IRC, IVAs, Impostos de Combustíveis e viaturas e 34,75% de taxa contributiva para a Segurança Social de todos os trabalhadores, o que dá um total próximo dos 50%, pelo que o custo real será de 2,5 mil milhões para uma obra de 5 mil milhões.

Se o aeroporto for feito noutro local o custo é semelhante mais coisa menos coisa. E até se a Portela fosse alargada ainda seria mais caro porque envolveria a expropriação de mais de 35 mil alojamentos, incluindo o meu, de acordo com o plano do Carmona.

 

Este ano, espera-se ter as propostas e cadernos de encargos a serem colocados em concurso internacional para construção e exploração e em 2008 serão abertas as propostas e escolhido o vencedor para que o obra se inicie em 2009 para estar concluída entre 2015 e 2017.

 

Há uma verba inscrita no Quadro Comunitário de Apoio da EU de 170 milhões de euros para o aeroporto e está em discussão em Bruxelas a verba para as infraestruturas ferroviárias que têm sido apoiadas por Bruxelas em 50% ou mais como podemos avaliar pelas tabuletas colocadas na Ameixeira respeitantes ao Metro e na Estação Roma relativamente à obra da linha de Sintra. Por isso, é admissível que venham mais uns 230 milhões de euros para totalizar um apoio de 400 milhões.

 

O Estado pretende desembolsar até 600 milhões de euros, mas um dos factores preferenciais na escolha do vencedor será o da redução da participação do Estado.

 

De qualquer modo, consideremos que mil milhões de euros serão provenientes do OE e da EU.

 

Qual o significado desta verba para um Aeroporto que deverá servir no início uns 20 a 25 milhões de passageiros a aumentar para 35,6 milhões em 2040 e uns 47 milhões em 2050.

 

 

Para efeitos comparativos façamos umas contas respeitantes a despesas feitas pelo Portas quando Ministro da Defesa.

 

Portas, ou seja, o Governo Durão Barroso, encomendou na Alemanha dois submarinos U-209PN pela módica quantia de 900 milhões de euros em custo de estaleiro com torpedos e mísseis para serem entregues em 2009 e 2010 ou 2011. O actual governo tem tentado protelar a entrega dos submarinos e arranjou um contrato de leasing com um grupo bancários para que os mesmos sejam pagos em 20 a 25 anos que aumenta os preços em 51%.

O custo total deverá rondar os 1,35 mil milhões de euros, aos quais deveremos acrescentar a despesa operacional estimado neste tipo de navio de guerra em 10% do custo em estaleiro por ano, ou seja, em vinte anos 1,8 mil milhões de euros, o que dá 3,75 mil milhões quase sem impostos porque é tudo feito no estrangeiro. 

 

 

Mas, para que vão servir os novos submarinos? Qual a guerra em que vão entrar? Qual a costa ou território que Portugal necessita de defender com submarinos? Quem vai usufruir dos submarinos? Que postos de trabalho vão ser criados? Quais os impostos pagos ao Estado português pelos construtores dos submarinos e dos equipamentos anexos como electrónica, motores, armas, etc.

 

É evidente que a resposta a todas essas perguntas é ZERO.

 

 

 

 

Portas inventou umas contrapartidas que se revelaram iguais a ZERO pela comissão que as está a avaliar. Portas chegou a referir como contrapartida uns navios construídos e a construir nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo para um armador alemão que nada tem a ver com os estaleiros dos submarinos e que manda construir navios nos ENVC há mais de trinta anos.

 

Assim, nos próximos 22 anos temos de um lado 3,15 mil milhões de euros para dois pequenos submarinos e do outro temos 2,5 mil milhões de euros líquidos para um Aeroporto a servir uns 25 milhões de passageiros. Os submarinos irão então para a sucata, enquanto o Aeroporto dará trabalho a 28 mil pessoas e poderá alargar a sua capacidade para quase 50 milhões de passageiros em 2050 e continuar a ser Aeroporto em 2100 e mais para além.

 

Mas, acrescente-se ainda que o desmantelamento do Aeroporto de Portela poderá dar lugar a um amplo parque industrial e empresarial a servir a cidade de Lisboa, além de espaços habitacionais e jardins. No seguimento de Camarate até Alverca, Portela tornar-se-á numa ampla zona de empregos industriais com evidente encaixe para o Estado. Estima-se em mais de mil milhões de euros o valor dos terrenos, a preços especialmente baixos para a indústria, da imensa zona da Portela, o que poderá amortizar completamente a verba dispendida pelo Estado e há espaço até para uma grande fábrica de automóveis, por exemplo. Com os apoios da UE, impostos pagos ao Estado e valor dos terrenos, o NAL custaria ao Estado, se fosse a entidade pagadora, uns 800 milhões de euros, mas como poderá ser entregue a uma entidade construtora e exploradora do mesmo, o Estado terá lucro. Em 2050, o NAL poderá movimentar 47 milhões de passageiros a pagarem taxas equivalentes a uns 2,5 mil milhões de euros anuais, enquanto os dois submarinos do Portas serão vendidos para sucata.

 Se o Estado vendesse os submarinos à China, por exemplo, ficaria com dinheiro para subsidiar largamente uma importante fábrica de automóveis e camiões, incluindo motores.

  

A propósito de submarinos, saliente-se que a actual classe Delfim adquirida à França entre 1967 e 1969 destinavam-se a proteger as linhas de navegação para as colónias, mas só um submarino fez uma viagem às Ilhas de Cabo Verde para verificar que não estava adequado para operar em águas tropicais, apesar de ter sido encomendado para isso.

 

Outra curiosidade da direita. Dizem agora que o actual presidente da TAP quer que seja feito um aeroporto para trazer milhões de brasileiros para Portugal de acordo com a vontade do governo brasileiro em promover a imigração dos seus excessos de população. Como se o Estado português não existisse.~

Dieter Dellinger

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Sexta-feira, 1 de Junho de 2007

Delegação Portuguesa Palestina - Noticia RTP

http://www.rtp.pt/index.php?article=284728&visual=16

Delegação portuguesa na conferência para relançar processo de paz

 
Dois elementos do Conselho Português para a Paz e Cooperação partiram hoje para Israel onde domingo participam numa conferência internacional que visa relançar o processo de paz israelo-palestiniano, disse à agência Lusa fonte do CPPC.
 

Gustavo Carneiro, da direcção nacional do CPPC, e Vítor Paulo Silva, da Comissão de Paz do CPPC de Beja, deslocam-se a Telavive e Jerusalém a convite de organizações palestinianas e israelitas e representarão na conferência o Conselho Mundial da Paz.

A conferência "Iniciativa Jerusalém: por uma paz justa na base de dois estados: Israel e Palestina" visa relançar o processo de paz israelo-palestiniano procurando criar um movimento de opinião com esse objectivo, disse Sandra Benfica, da direcção do CPPC.

Espera-se que da reunião saia uma declaração que recolha assinaturas de organizações de vários países, que posteriormente dinamizarão a campanha nos seus locais de origem, explicou.

No caso do CPPC, será feita pressão ao nível do governo de Portugal e também da União Europeia, aproveitando a presidência portuguesa que começa a 01 de Julho, adiantou Sandra Benfica.

"Pretende-se que Portugal assuma um papel dinamizador do processo de paz, considerando-se que a resolução do problema palestiniano passa pelo cumprimento das resoluções internacionais", disse ainda.

A delegação do CPPC, que estará em Israel até dia 05, tem também previstos encontros com várias organizações palestinianas e israelitas.

Para sábado está programada uma visita ao Muro da Separação (entre Israel e os territórios palestinianos) e um encontro com os Comités Palestinianos Populares e para segunda-feira uma reunião com o presidente da Autoridade Palestiniana, Mamuhd Abbas.

Terça-feira assinalam-se os 40 anos do início da Guerra dos Seis Dias, que opôs Israel a uma frente árabe formada pelo Egipto, Jordânia e Síria, apoiada pelo Iraque, Kuwait, Arábia Saudita, Argélia e Sudão.

Na sequência do conflito armado Israel ocupou a Cisjordânia, o sector oriental de Jerusalém e os Montes Golã e aumentou o número de refugiados palestinianos na Jordânia e no Egipto.

© 2007 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
2007-06-01 18:45:02

publicado por cppc às 20:24
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